DETERGENT INCORPORATION IN CEMENT MORTARS: STUDY ON TECHNICAL FEASIBILITY
Keywords:
Argamassas, Aditivos, DetergenteAbstract
The incorporation of detergent in the production of cement mortars has been a common practice on the part of professionals in the field. These claim that the detergent plays the role of an air-entraining additive. This research becomes very pertinent, since the price difference between these products is considerable. For socioeconomic reasons and in favor of science, the main purpose of this study is to analyze the technical viability of the incorporation of detergents in cementitious mortar. The methodology followed for the verification of the performance of the proposed material is based on mechanical analyzes of the matrices produced, according to ABNT standardization. It can be seen that, with increasing detergent concentration, there was an increase in the amount of air incorporated in the matrix and a higher workability. On the other hand, there was also a decrease in mechanical resistance and an increase in water absorption. Based on the results found, it is believed that the tensile strength also would not meet the specifications, since in the compression strength test there was a great loss of resistance compared to the reference test body, concluding that no there is technical feasibility of the use of detergents in cement mortars at the concentrations tested. It is worth mentioning that there is no knowledge of all the effects that detergents cause in cement mortars, requiring tests with greater complexity and in different concentrations for the precise definition of detergent effects.
References
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE CIMENTO PORTLAND – ABCP. Manual de
Revestimentos de Argamassa. 2002. Disponível em:
<http://www.comunidadedaconstrucao.com.br/upload/ativos/279/anexo/ativosmanu.p df>. Acesso em: 1 de novembro de 2024.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 5738
Concreto - Procedimento para moldagem e cura de corpos de prova. Rio de Janeiro, Brasil. 2015.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 5739
Concreto – Ensaio de compressão de corpos de prova cilíndricos. Rio de Janeiro, Brasil. 2007.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 7211:
Agregados para concreto – Especificação. Rio de Janeiro, Brasil. 2009
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 7215:
Cimento Portland - Determinação da resistência à compressão. Rio de Janeiro, Brasil. 2019
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 9778
Argamassa e concreto endurecidos - Determinação da absorção de água, índice de vazios e massa específica. Rio de Janeiro, Brasil. 2009
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 11172:
Aglomerantes de origem mineral. Rio de Janeiro, Brasil. 1990.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 11768:
Aditivos químicos para concreto de cimento Portland - Requisitos. 2ª ed. Rio de Janeiro, Brasil. 2011.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 11801:
Argamassa de alta resistência mecânica para pisos. Rio de Janeiro, Brasil. 1992.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS – ABNT. NBR 13276:
Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos - Determinação do índice de consistência. Rio de Janeiro, Brasil. 2016.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 13281:
Argamassa para assentamento e revestimento de paredes e tetos – Requisitos. Rio de Janeiro, Brasil. 2005.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 13529:
Revestimento de paredes e tetos de argamassas inorgânicas. Rio de Janeiro, Brasil. 1995
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 13753:
Revestimento de piso interno ou externo com placas cerâmicas e com utilização de argamassas colante – Procedimento. Rio de Janeiro, Brasil. 1996.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 14081-5:
Argamassa colante industrializada para assentamento de placas cerâmicas - Parte 1: Requisitos. Rio de Janeiro, Brasil. 2012.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR 14992:
Argamassa à base de cimento Portland para rejuntamento de placas cerâmicas – Requisitos e métodos de ensaios. Rio de Janeiro, Brasil. 2003.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR NM 45:
Agregados - Determinação da massa unitária e do volume de vazios. Rio de Janeiro, Brasil. 2006.
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. NBR NM 248:
Agregados - Determinação da composição granulométrica. Rio de Janeiro, Brasil. 2003.
CÂMARA BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO CIVIL (CBIC). Construção civil cresce 4,4% em 2024 e impulsiona economia nacional e prevê alta em 2026. 2025. Disponível em: <https://cbic.org.br/construcao-civil-cresce-43-em-2024-e-impulsiona-economia-nacional/>. Acesso em: 20 set. 2025.
CARASEK, Helena. Argamassas. Instituto Brasileiro do Concreto. 2007. Disponível em: <
http://aquarius.ime.eb.br/~moniz/matconst2/argamassa_ibracon_cap26_apresentacao.pdf>. Acesso em: 1 de outubro de 2024.
CARVALHO JÚNIOR, Antônio Neves de. Tecnologia das edificações III. Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG. 2018. Disponível em:
<http://www.demc.ufmg.br/tec3/Apostila%20Argamassas%20-%20TEC%20III.pdf>. Acesso em: 10 de outubro de 2024.
CASTRO, Alessandra Lorenzetti de. QUARCIONI, Valdecir Angelo. Soluções inovadoras: aditivos ao cimento. Notícias da Construção, Ano 10, Ed.125, p.44- 45, ago., 2013.
CAVA, Felipe. Materiais de construção civil – “argamassa”. 2015. Disponível em:
<https://alemdainercia.wordpress.com/2015/10/22/216/>. Acesso em: 2 de novembro de 2024.
CIMENTO.ORG. CP V-ARI – Cimento Portland de alta resistência inicial. 2010b. Disponível em: < https://cimento.org/cp-v-ari-cimento-portland-de-alta-resistencia- inicial/>. Acesso em: 17 de abril de 2024.
COELHO, S. S. F. KELLER, L. F. L. RHIS, A. R. SALOMÃO, P. E. A. Variação da
resistência a compressão axial do concreto de cimento Portland com adição de detergente como aditivo incorporador de ar. 2019. Disponível em: < https://rsd.unifei.edu.br/index.php/rsd/article/view/913/780>. Acesso em: 31 de março de 2024.
CORRÊA, A. C. A. et al. Estudo do desempenho dos aditivos plastificantes e polifuncionais em concretos de cimento portland tipo CPIII-40. 2010.
COSTA, M. R. M. M. Tecnologia das argamassas (partes I e II). 2014. Universidade Federal do Paraná – UFPR. Disponível em: < http://www.dcc.ufpr.br/mediawiki/images/0/0d/TC034_Aula_Argamassas_Gradua%C 3%A7%C3%A3o_2014_parte_I.pdf>. Acesso em: 1 de outubro de 2024.
COSTA, M. R. M. M. Tecnologia das argamassas (Parte I). 2016. Universidade Federal do Paraná – UFPR. Disponível em:
<http://www.dcc.ufpr.br/mediawiki/images/2/24/TC034_Argamassas_Parte_I_proprie dades.pdf>. Acesso em: 11 de outubro de 2024.
CUSTÓDIO, Mayara Queiroz Moraes. Construção civil II. Pontifícia Universidade Católica. 2016. Disponível em:
<http://professor.pucgoias.edu.br/SiteDocente/admin/arquivosUpload/17310/material/ 06.%20Aula%2005%20-
%20Revestimentos%20argamassados%20de%20parede.pdf>. Acesso em: 2 de novembro de 2024.
EQUIPE FIXO. Importância da Construção Civil para a economia. 2017. Disponível < http://fixoequipamentos.com.br/importancia-construcao-civil economia/>. Acesso em: 9 de outubro de 2024.
FANK, Doglas Henrique. Aditivos e Águas Para Amassamento. 2013. Universidade do Estado De Mato Grosso. Disponível em: < http://sinop.unemat.br/site_antigo/prof/foto_p_downloads/fot_7197aditivo_e_agua_d e_amassamento_pdf.pdf >. Acesso em: 15 de outubro de 2024.
FREITAS JUNIOR, José de Almendra. Materiais de Construção (TC-031) Aditivos para concreto. 2013. Disponível em:
<http://www.dcc.ufpr.br/mediawiki/images/1/15/TC031_Aditivos_.pdf>. Acesso em: 8 de setembro de 2024.
GERHARDT, T. E. SILVEIRA, D. T. Métodos de Pesquisa. Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS. 1 ed. 2009. Disponível em: < http://www.ufrgs.br/cursopgdr/downloadsSerie/derad005.pdf>. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
GEROLLA, Giovanny. Qual percentual médio do orçamento corresponde a cada etapa da obra. 2016. Disponível em: <https://universa.uol.com.br/listas/qual- percentual-medio-do-orcamento-corresponde-a-cada-etapa-da-obra.htm>. Acesso em: 14 de novembro de 2024.
GIL, Antonio Carlos. Como Elaborar Projetos de Pesquisa. São Paulo: Atlas. 4 ed. 2002.
JUNGINGER, Max. MEDEIROS, Jonas Silvestre. Rejuntamento de Revestimentos Cerâmicos: Influência das Juntas de Assentamento de Estabilidade de Painéis. 2003.
KANAN, Maria Isabel. Manual de Conservação e Intervenção em Argamassas e Revestimentos à Base de Cal. 2008. Programa Monumenta. Brasília, DF. Iphan. Disponível em: <http://www.kroten.com.br/uploads/Downloads/abca3d4002a92b5f3dcbe9d1995df060/ manual_de_conservacao.pdf>. Acesso em: 1 de abril de 2024.
LAKATOS, M. A. MARCONI, E. M. Fundamentos da metodologia científica. São Paulo: Atlas. 5 ed. 2003.
LEGGERINI, Maria Regina Costa. AURICH, Mauren. CAPÍTULO IV ARGAMASSA DE REVESTIMENTO. 2010. Disponível em: <http://www.politecnica.pucrs.br/professores/mregina/ARQUITETURA_-
_Materiais_Tecnicas_e_Estruturas_I/estruturas_i_capitulo_IV_argamassa_de_revest imento.pdf>. Acesso em: 1 de abril de 2019.
MANHÃES, Guilherme. SOUZA, Lucas Vinicius da Silva. Análise de viabilidade da incorporação de detergente sintético em concreto de cimento Portland. Centro Universitário de Maringá – UNICESUMAR. 2016. Disponível em
<https://www.unicesumar.edu.br/mostra-2016/wp- content/uploads/sites/154/2017/01/guilherme_manhaes.pdf>. Acesso em: 21 de agosto de 2024
MENDES, Júlia Castro. Viabilidade técnica do uso de linear alquil benzeno sulfonato de sódio como aditivo incorporador de ar para matrizes cimentícias. 96 f. Dissertação (Mestrado em Engenharia Civil) – Departamento de Engenharia Civil, Escola de Minas, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, 2016.
OTTO BAUMGART INDÚSTRIA E COMÉRCIO S.A. Aditivo s para concretos, argamassas e caldas de cimento. 12ª edição -1999. Disponível em: < https://pt.slideshare.net/profNICODEMOS/catlogo-sobre-aditivos-para-concretos-e- argamassas >. Acesso em: 12 de outubro de 2024.
SALVADOR, Austen José. Desempenho de concretos bombeáveis fabricados com aditivo estabilizador de hidratação. 2011. Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG.
SINAPROCIM/SINPROCIM. A química no concreto. Sinaprocim/sinprocim. Ano 2. N° 2. Junho, 2015. Disponível em: <http://sinaprocim.org.br/portal/wp- content/uploads/2015/10/produtos-de-cimento-02.pdf>. Acesso em: 5 de novembro de 2024.
SOARES, Sílvia Maria Baptista. Alvenaria Estrutural. PUCRS. 2011. Disponível em: <http://www.politecnica.pucrs.br/professores/soares/Topicos_Especiais_-
_Alvenaria_Estrutural/Alvenaria_1_NOVA_VERSAO.pdf>. Acesso em: 1 de abril de 2024.
VIEIRA, Geilma Lima. Execução de edificações – Revestimentos argamassados. Universidade Federal do Espírito Santo. 2013. Disponível em:
<https://lemacufes.files.wordpress.com/2013/07/aula-19-20-21-22-tec-i-ufes- geilma1.pdf>. Acesso em: 2 de novembro de 2024.
Downloads
Published
Issue
Section
License

This work is licensed under a Creative Commons Attribution 4.0 International License.
The copyright of the published articles will be transferred to the Uniaaraguaia Magazine, allowing its subsequent reproduction as transcription and with due citation of source. In the event of acceptance and before the publication of the article, the plaintiff (s) shall write a statement formally transferring copyright to the magazine.
The author may also print and distribute copies of his article, provided that he mentions that the rights belong to the Uniaaraguaia Magazine.
Author rights include the right to reproduce in full or partly by any means, distribute this article, including figures and photographs.
By submitting originals to the Uniaaraguaia magazine, the author or authors express agreement with the following terms:
a) Authors maintain copyright and grant Uniaraguaia magazine the right of first publication, with the work simultaneously licensed under the Creative Commons Attribution license that allows the sharing of work with recognition of the authorship and initial publication in this magazine.
b) Authors are authorized to assume additional contracts separately, for non-expiration distribution of the work version published in this magazine (eg publish in institutional repository or as book chapter), with recognition of authorship and initial publication in this journal.
c) Authors are allowed and are encouraged to publish and distribute their work online (eg in institutional repositories or on their personal page) to any point before or during the editorial process, as this can generate productive changes as well as increase the impact and citation of published work.